5 lições de empreendedoras de sucesso

5 lições de empreendedoras de sucesso

May 31, 2016

Chega de chefe e carteira assinada. Cada vez mais mulheres se arriscam em uma carreira independente seguindo seus desejos e sonhos. Será que empreender é para você também? Confira essa matéria publicada pela Carolina Marino sobre 5 empreendedoras de sucesso para se inspirar:

Tenha coragem de arriscar

Tomas Arthuzzi e Chico Cerchiaro
"A proposta de Heloisa Helena de Assis, a cabeleireira Zica, era tão atraente para mim que não tive escolha a não ser mergulhar de cabeça. Ela estava havia dez anos em busca da fórmula secreta para tratar cabelos enrolados e finalmente tinha achado. Acreditei tanto que o risco ficou pouco relevante. Investi todo o dinheiro que havia guardado para casar. Claro que o começo foi difícil. Até encontrar o modelo ideal de negócio, muitos erros acontecem. É normal. Lembro que, apesar da alta demanda no primeiro salão, que recebia filas mesmo antes da abertura, tínhamos muitos familiares e amigos nos ajudando, e essas relações impediam o crescimento da empresa. Melhor profissionalizar o negócio quanto antes. Outro erro foi a falta de foco. Certa vez, resolvemos vender perfumes importados nos salões. Nada a ver. Não adianta gastar energia em áreas secundárias. Para nós, foi essencial manter o foco no cliente." Leila Velez, 42 anos, cofundadora do Beleza Natural. Hoje o instituto tem 42 lojas em cinco estados e 4 mil colaboradores.

Siga seu instinto

Tomas Arthuzzi e Chico Cerchiaro
"Ao decidir encerrar meu ciclo de dez anos no jornalismo para fazer e vender brigadeiro tive que lidar com o descrédito de todos à minha volta. O doce era considerado popular, de festa de criança, e ninguém acreditava que ele poderia ter alguma relevância gastronômica. Entrei na faculdade de gastronomia e segui sozinha. Não tinha com quem trocar ideias, pois o negócio não existia no Brasil, nem em quem me apoiar. Apesar de toda a desconfiança, acreditei na minha intuição e investi o que havia guardado, em torno de 200 mil reais, para montar a primeira loja do Brasil especializada em brigadeiro. O segredo para uma empresa dar certo é partir deum produto ou serviço com o qual tenha uma ligação genuína. Cada um tem um dom, seja ele qual for. O meu era fazer brigadeiro." Julia Motter, 39 anos, dona do ateliê Maria Brigadeiro, pioneira no mercado de brigadeiria gourmet no Brasil.

Encontre sua essência

Tomas Arthuzzi e Chico Cerchiaro
"A identidade é um dos segredos do sucesso. Ao longo destes 15 anos, sou defensora das raízes da cultura brasileira, e isso se tornou o DNA do grupo Capim Santo. Em qualquer cardápio que assine, isso estará presente. É o que norteia meu trabalho: preciso apostar e investir no que acredito, na minha paixão. Aliás, um dos grandes desafios da carreira de empreendedora é achar um ponto de equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional. Muitos acham que ter o próprio negócio é trabalhar menos. Mas, quando você ama o que faz, tem insights com cinco ou seis horas de sono. Até sonhando você trabalha." Morena Leite, 35 anos, dona do restaurante Santinho, sócia do Capim Santo, em São Paulo, e parceira no iBistrot, onde assina o cardápio.

Trace um plano

Tomas Arthuzzi e Chico Cerchiaro
"Tudo fica mais fácil com um plano de negócios. Com ele você sabe para onde olhar, aonde quer chegar e já tem em mente quais ferramentas vai usar para atingir seus objetivos. No começo, não tínhamos isso. Tudo aconteceu naturalmente, clientes surgiram à medida que nos expusemos no mercado. Passamos por períodos difíceis -- hoje, vejo a falta que ter esse plano fez no início. É mais fácil trabalhar quando se colocam metas e possíveis cenários de crescimento no papel, mesmo que ainda sejam ilusórios. Com isso, você não é pego de surpresa pelos imprevistos. A empresa passou a adotar o planejamento financeiro, trabalhando com metas definidas por semestre/coleção e orçamento para não estourar gastos. Em 2006, quando surgiu a oportunidade de exportar para a China, estávamos preparados para esse passo." Cecília Prado, designer e sócia da grife que leva seu nome. Das 4 mil peças produzidas mensalmente pela estilista, 8% vão para o mercado chinês.

Faça diferente

Tomas Arthuzzi e Chico Cerchiaro
"A empresa surgiu de uma paixão minha, da Bebel e da Carla -- minhas sócias -- por moda praia e porque tínhamos dificuldade de encontrar um biquíni que atendesse aos nossos desejos. O nosso 'biquíni ideal' tinha que ser mais cool e fashion. Tudo, desde a escolha do nome, levou em conta essa questão. Sabíamos que essa decisão era essencial para construir uma identidade forte e se posicionar bem no mercado. Conversamos com amigos, possíveis clientes e pessoas já inseridas no negócio da moda. Queríamos uma marca que transitasse bem no mundo todo. Ao escolher Triya, consultamos até a numerologia para checar a força do nome. A resposta foi positiva. Além disso, tem tudo a ver com a gente. Somos um trio feminino." Isabela Frugiuele, 33 anos, sócia da Triya, marca de moda praia, empresa que participa há seis anos da São Paulo Fashion Week.

fonte: http://mdemulher.abril.com.br/

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